MENINA VERMELHA, A

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“O resultado não é apenas emocionante: ao começar a leitura dos diários, a vontade é não parar mais. Como em romances de suspense, surge a aflição de conhecermos o fim de cada história. Nem sempre um fim lindo e feliz. Mas é bom lembrar que a vida delas prossegue e que o final desta história ainda está por ser escrito.” – Mônica Bergamo, colunista da Folha de S.Paulo Os números são alarmantes. A exploração sexual de meninas brasileiras acontece em centenas de municípios do país. Mas estatísticas e projeções são incapazes de nos explicar os motivos que levam essas adolescentes a entrarem no mercado do sexo. Percentagens e algarismos não nos mostram como elas se relacionam com avós, pais, namorados. Ou os programas que fazem para comprar uma boneca Barbie, uma calça da moda. Durante dois anos, a jornalista Eliane Trindade registrou o dia a dia dessas adolescentes, e os relatos emocionantes da vida de seis meninas entre 14 e 20 anos que se prostituíam para sobreviver, mas que nunca abandonaram seus sonhos, resultaram no aclamado AS MENINAS DA ESQUINA, publicado em 2005 pela Record. Através das palavras das próprias jovens, podemos compreender um pouco desse mundo cruel de infâncias interrompidas. O livro, que ganha agora uma edição atualizada, inspirou o filme Sonhos roubados, de Sandra Werneck, que estréia no fim de abril nos cinemas brasileiros com Marieta Severo e o rapper MV Bill no elenco, além das protagonistas Amanda Diniz, Kika Farias e Nanda Costa, vencedora do prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cinema do Rio de Janeiro por seu papel no filme. “Desde o primeiro capítulo, reconheci o potencial deste livro para o cinema. Os relatos de seis garotas que encontram na prostituição uma maneira de sobreviver são flashes de um filme de ação, sexo e violência. O resultado é um longa sobre amizade entre três meninas da esquina”, conta Sandra, diretora de Sonhos roubados entre outros filmes, como Cazuza, o tempo não para. Britney, Natasha, Milena, Yasmim, Vitória e Diana, que têm suas histórias narradas no livro, são bonitas, inteligentes e têm os mesmos desejos materiais e de afeto de qualquer menina da mesma idade. A diferença é que elas vivem um eterno hoje, sem perspectivas de futuro. Não adianta sonhar com universidade porque não tiveram acesso nem a uma educação básica. Três delas são mães adolescentes, fato que limita ainda mais as possibilidades. Cercadas de violência e miséria, elas se jogam na vida sem pára-quedas. Apesar da emoção causada pelos relatos, Eliane não romantizou as narrativas, procurando interferir o mínimo possível no que foi contado por essas meninas, moradoras de áreas carentes do país. Os nomes que aparecem no livro são fictícios. A maior preocupação de Eliane foi manter em absoluto sigilo a identidade delas, para protegê-las. “Apesar de ter preservado a identidade, elas aparecem como seres humanos inteiros. Falam de sentimentos, de erros, podem chorar e sorrir. Isto faz toda a diferença, porque a história delas não fica reduzida a uma frase perdida no meio de uma denúncia de exploração sexual”, diz a autora. Para humanizar as histórias, Eliane decidiu pelo formato de um diário. "Não existe nada mais adolescente do que um diário”, explica a jornalista. É lúdico e acaba por fazer a menina mergulhar nos próprios sonhos e pensar na vida. É um recorte de cerca de um ano na vida de cada uma delas. As contradições naturais da idade estão lá. Mas o que elas contam é um rico material para análise das políticas públicas voltadas para os jovens, como prevenção de Aids e gravidez na adolescência. O último capítulo do livro é o espaço para analisar a realidade em que as meninas vivem. Eliane desmontou os diários e pinçou situações vivenciadas por elas que mereciam ser destacadas para entender o fenômeno da exploração sexual e da exclusão social. “Fiz uma grande reportagem, entrevistando especialistas, como psicólogos, educadores e médicos. Ouvi também autoridades e representantes da sociedade civil envolvidos na busca de soluções”, conta. A partir dos relatos das meninas, Eliane vai além para entender por que elas são iscas fáceis para o mercado do sexo. “AS MENINAS DA ESQUINA é um registro impactante e emocionante da vida de seis meninas a quem a família, a sociedade e o Estado negaram oportunidades. Nas palavras das próprias adolescentes, o livro nos lembra, como um grito, o quanto ainda precisamos avançar para garantir a cada menina deste país o direito à saúde, à educação, à igualdade e à proteção.” – Marie-Pierre Poirier, representante do Unicef no Brasil

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